Essa matéria saiu no Jornal do Brasil.

 

 

Complexo do Alemão ganha fábrica para reaproveitar computadores usados

O Governo do Estado inaugurou, na manhã desta terça-feira, a Fábrica Verde do Complexo do Alemão, a unidadepioneira de um novo programa instituído pela Secretaria do Ambiente, o Território e Cidadania. A fábrica tem o objetivo de reaproveitar microcomputadores usados, doados por instituições públicas e privadas, e, ao mesmo tempo, capacitar jovens de 17 a 29 anos, recrutados nas próprias comunidades, para recuperar e instalar esse tipo de equipamento. A solenidade de inauguração, na manhã desta terça-feira (25/10), contou com a presença do vice-governador e coordenador executivo de Infraestrutura, Luiz Fernando Pezão, representando o governador Sérgio Cabral.

 

 

 

 

 

 

 

Segundo o secretário do Ambiente, Carlos Minc, o plano é ampliar esse tipo de fábrica que transforma lixo eletrônico em inclusão digital para outras comunidades pacificadas da capital. E, mais ainda, abrir nessas áreas da cidade unidades de aprendizagem e de confecções de moda, com o aproveitamento de material reciclável, e de jardinagens comunitárias, nos mesmos moldes da Fábrica Verde. Esses projetos também fazem parte do programa Território e Cidadania, coordenado pela Superintendência de Projetos da Secretaria.

Segundo o secretário, a idéia surgiu da necessidade de o Governo do Estado inserir um componente socioambiental no contexto da vitoriosa e emblemática política de retomada e pacificação de territórios antes dominados pelo poder paralelo. A proposta foi elogiada pelo vice-governador.

– Esta experiência vem ao encontro do que sempre pensamos para essas comunidades durante as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), o de ter o Estado mais presente aqui. E começar por uma fábrica verde, em que computadores usados possam ser reutilizados por quem necessita em vez de serem jogados fora, poluindo rios, canais e ruas, além de serem fontes de renda e de ensinamento de jovens, é extraordinário, uma ação que devemos levar para outras comunidades – pregou Pezão.

A Fábrica Verde irá capacitar durante os próximos dois anos 720 jovens do Complexo do Alemão. Serão 120 alunos por trimestre que vão acompanhar e aprender a recuperar e montar dois mil computadores. Os cursos serão ministrados por quatro técnicos, com supervisão de dois professores da Unisuam (Centro Universitário Augusto Motta). Os aparelhos recuperados vão ser instalados nos primeiros seis telecentros públicos a serem criados nessas comunidades e em espaços públicos, como igrejas e escolas. Em funcionamento há cerca de um mês e meio na Avenida Itaoca 1.961, em Bonsucesso, a fábrica já recuperou cerca de 50 das primeiras 300 máquinas doadas por instituições, como o Instituto Vital Brasil, Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), entre outras.

Cada aluno recebe uma ajuda de custo de R$ 120 por mês. Ao fim da primeira etapa do projeto, os 12 com melhor aproveitamento nos cursos serão contratados pelo programa, ganhando inicialmente um salário mínimo, para trabalhar na própria fábrica ou nos telecentros.

– Além de transformar o lixo eletrônico em inclusão digital o projeto dá uma formação parajovens das comunidades e ainda um emprego para os melhores colocados. As atividades da fábrica contribuirão para o fortalecimento de uma consciência ambiental e para a disseminação da cultura da reciclagem de materiais entre moradores das comunidades do Complexo do Alemão – ressaltou Minc.

Também estiveram presentes ao evento o secretário de Obras, Hudson Braga, a presidente do Inea, Marilene Ramos, e o presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Wagner Victer, entre outros.

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Projeto recicla computadores para comunidade do Rio

Máquinas são levadas para ONGs e órgãos públicos que estão no Complexo do Alemão.

 

 

 

 

 

 

 

 

Rio de Janeiro – Computadores velhos têm destino certo no Complexo do Alemão, zona norte do Rio. Desde junho, 120 alunos da área pacificada, que abriga treze favelas e mais de 80 mil moradores, estão reaproveitando lixo eletrônico para produzir computadores que funcionem. As máquinas são doadas a entidades sem fins lucrativos e órgãos públicos instalados nas comunidades.

O projeto Fábrica Verde é uma iniciativa do governo estadual para reduzir o volume de resíduos sólidos descartados e promover a inclusão social de jovens e adultos do Complexo do Alemão, por meio de cursos de capacitação em montagem e manutenção de microcomputadores.

Hoje o secretário do Ambiente, Carlos Minc, esteve no local para lançar a segunda etapa do projeto, que prevê novas turmas e a contratação dos 11 alunos que apresentarem o melhor desempenho ao fim dos três meses de curso, com remuneração de um salário mínimo.

“Os computadores velhos têm cádmio, zinco, cobre. Poluem o meio ambiente. É um problema para as empresas e, aqui, nós podemos resolver esse problema. Até o fim de 2013, vamos qualificar 720 jovens, além de reaproveitar, pelo menos, 2 mil máquinas, cerca de 80 por mês”.

Minc informou que serão criados seis telecentros (com acesso à internet gratuita), equipados com computadores reciclados. O secretário fez um apelo às empresas para que doem máquinas ao projeto que, até o momento, já recebeu doações do Instituto Vital Brazil, do Instituto Estadual do Ambiente e da Justiça do Trabalho.

A coordenadora pedagógica do projeto, Jussara Carvalho, conhecida como Bizuca pelos alunos e pela comunidade da Vila Cruzeiro, onde mora, explicou que a fábrica tem múltiplos papéis dentro do Complexo do Alemão, uma das regiões mais carentes do Rio e que ainda sofre com a forte influência dos traficantes de drogas, apesar da ocupação da Polícia Militar e das Forças Armadas.

“Damos aula sobre cidadania e meio ambiente todas às sextas-feiras. fazemos palestras e cursos com nossos parceiros. Também falamos sobre doenças sexualmente transmissíveis e orientamos os jovens a aproveitar o tempo ocioso para não ficar ‘de bobeira’ na comunidade”.

Damião Pereira de Jesus, 24 anos, é aluno do projeto e ajudou a pintar o edifício que abriga a Fábrica Verde. Além de montar e desmontar computadores, ele e outros alunos aproveitam a sucata para fazer artesanato, que decora as salas de aula. “Amo trabalhar aqui. A gente utiliza as peças condenadas para fazer artes plásticas. Este portarretrato aqui, por exemplo, foi feito com a peça de um gabinete de computador e pastilhas”, explica o rapaz enquanto apresenta os trabalhos na sala de artes, cujas paredes foram grafitadas pelos próprios alunos.

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Rocinha Terá Fabrica Verde

Carlos Minc

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rocinha terá fábrica verde, diz Minc O secretário de Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, reuniu-se na semana passada com o governador Sérgio Cabral. Os dois acertaram a implementação de uma fábrica verde na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Além de noções básicas de informática, e de como navegar na internet, os estudantes participarão de curso sobre cidadania e empreendedorismo, educação ambiental, design gráfico e reciclagem. Rocinha terá fábrica verde, diz Minc O secretário de Ambiente do Estado do Rio, Carlos Minc, reuniu-se na semana passada com o governador Sérgio Cabral. Os dois acertaram a implementação de uma fábrica verde na Favela da Rocinha, na Zona Sul do Rio. Além de noções básicas de informática, e de como navegar na internet, os estudantes participarão de curso sobre cidadania e empreendedorismo, educação ambiental, design gráfico e reciclagem. Segundo Minc, o empreendimento ficará num imóvel bem localizado e de três andares, na Rua 1, perto da Embratel. O Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) já aprovou R$ 420 mil para o projeto. A parceria será com o mesmo Instituto Geração da Hora, que opera com sucesso a fábrica verde do Complexo do Alemão. Segundo Minc, o empreendimento ficará num imóvel bem localizado e de três andares, na Rua 1, perto da Embratel. O Fundo Estadual de Conservação Ambiental (Fecam) já aprovou R$ 420 mil para o projeto. A parceria será com o mesmo Instituto Geração da Hora, que opera com sucesso a fábrica verde do Complexo do Alemão.

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Festa e Encerramento

A Fabrica Verde convida você para a nossa festa de encerramento da primeira turma de montagem e manutenção de computadores .

O evento será realizado às 17hs,  sexta-feira  dia 02 de Dezembro de 2011, na Av Itaoca    nº1961  – Bonsucesso – Rio de janeiro/RJ.

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Reportagem publicada no site da Secretaria de Estado do Ambiente no dia 25/10/2011

SEA inaugura Fábrica Verde para capacitar jovens do Alemão em reciclagem de microcomputadores

25/10/2011 – 16:25h – Atualizado em 25/10/2011 – 16:29h
» Flor Jacq

720 jovens das comunidades da região receberão capacitação em manutenção e montagem de computadores – A cada três máquinas doadas por moradores e empresas públicas e privadas, os alunos montam um computador, que volta a funcionar em tele centros comunitários.

Com o objetivo de transformar lixo eletrônico em inclusão digital, gerando emprego e renda para moradores do Complexo do Alemão, na Zona Norte, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) inaugurou hoje (25/10) a Fábrica Verde.
Pelo período de dois anos, 720 jovens das comunidades da região receberão capacitação em manutenção e montagem de computadores. A cada três máquinas doadas por moradores e empresas públicas e privadas, os alunos montam um computador, que volta a funcionar em tele centros comunitários.
O vice-governador Luiz Pezão, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, e a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, participaram do evento.
Segundo Minc, até o final do projeto serão recuperados 2.000 computadores, com o estado deixando de gastar, em média, R$ 6 milhões em novas máquinas. O projeto estimula também a logística reversa, processo previsto na Política Nacional de Resíduos Sólidos, por meio do qual o fabricante se compromete com o destino final do produto que vende.
“Estamos transformando lixo hi-tec em inclusão social e, com o envolvimento dos fabricantes na coleta das máquinas, fortalecendo a logística reversa. Empresa que doa microcomputadores recebe em troca o selo verde do projeto”, disse Minc.
As turmas da Fábrica Verde são trimestrais e reúnem 120 alunos, que recebem uma bolsa no valor de R$ 120 cada. Só podem se inscrever pessoas que tenham de 17 a 29 anos e que estejam cursando ou tenham terminado o ensino médio. Ao final do projeto, 12 estudantes serão selecionados para atuar como monitores em tele centros doestado, com remuneração inicial de um salário mínimo.
Além de noções básicas de informática e de como navegar na internet, os estudantes participam de curso sobre cidadania e empreendedorismo, educação ambiental, design gráfico e reciclagem.
Segundo o vice-governador Luiz Pezão, as atividades da Fábrica Verde, somadas a outras ações do Governo do Estado, como a criação de postos de saúde, recuperação de escolas e a instalação de teleféricos, contribuem para o resgate da cidadania das comunidades pacificadas.
Aluno do projeto e o morador da Grota, no Complexo do Alemão, Diego Farias disse que a Fábrica Verde veio para cumprir o que ele chama de segunda etapa na ocupação da região: recuperar o território por meio de iniciativas culturais. “Só quebrando paradigmas a comunidade pode mudar de verdade. Os cursos de cidadania, empreendedorismo e educação ambiental cumprem este papel”, disse.
Minc anunciou ainda que tanto o projeto a Fábrica Verde como outros da SEA, de rádios comunitárias e moda sustentável, chegarão às comunidades pacificadas do Rio de Janeiro.

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A RECICLAGEM COMEÇA EM CASA!

 Sua mãe costuma jogar restos de comida e latinhas de refrigerante no mesmo lixo? Pois dê uma bronca nela! Isso porque o processo de reciclagem começa em casa, separando o lixo doméstico dos materiais recicláveis, como o papel, o plástico, o metal e o vidro. Mas e depois que eu separei todinho? É só levar até o ponto mais próximo da sua casa onde existam aquelas latonas coloridas, ou para os Pontos de Entrega Voluntária (P.E.V.) espalhados pelas cidades brasileiras.

Azul – Papel

                  

                       


Vermelho – Plastico


Amarelo – Latas

Verde – Vidro

Depois que você fez sua parte, o material separado e levado para a central de triagem no Departamento de limpeza urbana (D.L.U) e é colocado em uma esteira rolante, parecida com aquelas de bagagem em aeroporto.

Enquanto o lixo da um passeio nessa esteira, pessoas treinadas vão separando o que pode ser reciclado. Para facilitar o trabalho, a esteira possui um eletroímã que agarram todos os metais.

Daí em diante, as matérias são compactadas para serem vendidas para fabricas de reciclagem.

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Óleo usado limpa a sujeira que fez.

Óleo usado limpa a sujeira que fez. Vira detergente caseiro -

método prático.

Já havia testado várias fórmulas de detergente, mas esta que um amigo da cunhada do sogro da comadre da minha mãe deu pro meu pai e eu já readaptei foi a que mais gostei e tenho usado. O cheiro fica bom (claro, fiz uma infusão cheirosa para diluir), faz boa espuma e é denso como um detergente industrial. Fui reduzinho a receita para que não precisasse juntar uma quantidade grande de óleo. É que demoraria meses até chegar a um ou dois litros, mais ou menos o que se pede nas receitas usuais. Assim posso deixar um recipiente por perto com capacidade para trezentos mililitros ou com marcação para que quando chegue a esta quantidade eu possa fazer a reciclagem do óleo sem preguiças. Dá pra ir juntando restinhos, que já vou coando no chinois à medida que vou desprezando. E tem de tudo: azeite de oliva usado, óleo de dendê rançoso, óleo de fritura, qualquer óleo.
A receita é a seguinte:

Detergente caseiro 300 ml de óleo usado e coado
50 g de soda (1/4 de xícara ou 4 colheres de sopa rasas)
1/4 de xícara de água fria (60 ml)
200 ml de álcool
1 e 3/4 de litro (1750 ml) de água fervente ou infusão de especiarias ou ervas aromáticas (usei chá de cravo e canela, que deixa o detergente avermelhado)
Num balde de plástico com cerca de 5 litros de capacidade ou que caiba com muita folga a mistura, coloque e soda e jogue por cima a água. Tudo com luva e certa distância porque esta é uma reação exotérmica que gera bastante calor e pode ficar muito quente e liberar vapores. Despeje o óleo e o álcool e mexa com colher de pau ou espátula de plástico. Vá mexendo por cerca de 20 minutos ou até ficar com consistência de leite condensado cozido (a única comparação que me veio à mente). Você pode botar o balde no chão, colocar um banquinho e ir mexendo enquanto conversa com amigos ou vê televisão. Desde, é claro, que não tenha animaizinhos ou crianças no recinto. Chegando ao ponto, basta adicionar um chá de ervas ou simplesmente a água quente e mexer para diluir. Agora é só guardar em recipiente plástico grande (como os potes de amaciantes) e ir abastecendo seu porta-detergentes aos poucos. Está pronto para ser usado. Mas no dia seguinte está melhor, parece que a soda fica mais suave.
Notas

Para economizar o produto feito com tanto carinho, não vá usando a rodo. Coloque umas gotas numa tigelinha, um pouco de água morna e vá umedecendo a bucha aí. É mais rápido, eficiente e econômico.

A soda cáustica, hidróxido de sódio, pode ser encontrada nas gôndolas de produtos de limpeza de alguns supermercados ou casas de material de construção. Deve ser guardada longe de crianças, animaizinhos ou pessoas potencialmente suicidas.

Rende: cerca de 2,3 litros de detergente

E agora o tal do método prático que inventei: fiquei tentanto minimizar o tempo que se gasta para bater a mistura. Pra falar a verdade, não tenho muita paciência de ficar fazendo o trabalho mecânico de mexer. Então pensei em tudo, de sorveteira a panificadora, algo que mexesse, chacoalhasse por mim. O problema é que a soda não pode entrar em contato com metais, pois pode corroer. Cheguei à conclusão de que uma embalagem fechada dentro da máquina de lavar roupas é a melhor solução.
Outra possibilidade que pensei mas não encontrei ainda quem quisesse reproduzir o invento: a pessoa vai pra academia fazer bicicleta e leva consigo sua garrafinha já com a mistura para soponificar. Aí encaixa a garrafa num apetrecho ligado à correia da bicicleta que vai agitando conforme se pedala. Bem, o apetrecho ou agitador portátil poderia também ser encaixado em qualquer bike e você passeia pela cidade enquanto faz sabão. Alguém já inventou um, e patenteou, reciclador de óleo que não sei muito bem como funciona, mas parece que é um agitador pra deixar em cima de pia (deve ser bem melhor do que usar a máquina de lavar). Só falta quem produza.

Bem, se quiser reproduzir a experiência da máquina de lavar, é por sua conta e risco como assumi para mim. Veja as fotos lá em cima. Escolhi uma garrafa de plástico resistente com boa vedação – Pet, por exemplo, não funciona porque racha e as garrafas de leite não fecham bem. De todos os meus testes a que melhor funcionou foi a garrafa de álcool. Coloque nela o óleo. À parte dissolva a soda como expliquei acima. Espere esfriar um pouco e junte a mistura, com ajuda de um funil, à garrafa. Mexa e espere um pouco. A mistura começa a ficar muito quente. Junte o alcool e mexa ligeiramente só para homogeneizar. Se precisar, segure a garrafa com um pano. Espere amornar e tampe a garrafa. Faça isto quando for usar a máquina de lavar. Coloque a garrafa bem tampada junto com a roupa e deixe lá até o fim do ciclo. Sairá com consistência de leite condensado cozido. Aí, basta juntar a água quente ou infusão.

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